Um call to action (CTA) é o próximo passo específico que pedes a alguém para dar: um botão, um link, ou uma linha de texto. Iniciar avaliação gratuita, Marcar uma chamada, Adicionar ao carrinho. Um CTA nomeia uma ação concreta em vez de uma ideia geral, e aparece no momento em que o leitor está pronto para agir.
Escreve o CTA do ponto de vista do leitor. Ver o meu preço costuma funcionar melhor do que Enviar, porque diz o que o leitor recebe, não o que o sistema faz. Mantém-no entre duas a quatro palavras e torna o resultado óbvio.
Pequenas mudanças movem dinheiro real. Suponhamos que 5.000 pessoas visitam uma página de preços por mês e 3 por cento clicam no botão de avaliação, o que dá 150 testes. Se 20 por cento dos testes se tornam clientes pagantes a 40 euros por mês, são 30 clientes e 1.200 euros de nova receita mensal. Aumentar a taxa de clique para 4 por cento dá 200 testes, 40 clientes, e 1.600 euros. Os 400 euros extra por mês vieram da redação, do posicionamento, e da remoção de um link concorrente.
Uma página deve ter uma ação principal. Se uma página oferece um teste, uma newsletter, uma demonstração, e um download ao mesmo tempo, cada opção enfraquece as outras. As opções secundárias podem ficar, mas torna-as visualmente mais discretas.
Onde os fundadores erram: escondem o CTA no fundo de uma página longa. As pessoas decidem em momentos diferentes, por isso repete a mesma ação depois de cada secção em vez de inventar uma nova. Também usam palavras vagas. Saber mais não pede nada e produz visitantes que saem. Por fim, ajusta o pedido ao grau de prontidão. Pedir a um visitante pela primeira vez que marque uma chamada de 30 minutos é um pedido grande; pedir um endereço de email em troca de uma checklist é pequeno. Usa o pedido pequeno cedo e o grande mais tarde.
