Pagamento por uso cobra pelo consumo efetivo: por quilowatt-hora, por chamada de API, por gigabyte, por hora de aluguer, por pagina impressa. O cliente nao paga nada quando nao usa o servico. A sua receita move-se com a atividade dele, e os seus custos normalmente movem-se tambem, o que mantem as margens estaveis a qualquer volume.
Computacao em nuvem e partilha de automoveis sao os exemplos familiares. Paga pelos minutos ou pelos gigabytes que efetivamente usou.
A atracao e a estabilidade da margem. Suponha que cobra 0,10 euros por 1.000 chamadas de API e a sua infraestrutura custa 0,04 euros por 1.000 chamadas. Um cliente com 2 milhoes de chamadas por mes paga 200 euros e custa-lhe 80 euros, deixando 120 euros. Um cliente com 200.000 chamadas paga 20 euros e custa 8 euros, deixando 12 euros. Em ambos os casos fica com 60 por cento. Sob uma tarifa fixa de 150 euros por mes, o primeiro cliente produziria uma perda e o segundo um grande lucro.
A fraqueza e a previsibilidade. Nao tem um piso de receita. Se os seus clientes tiverem um trimestre calmo, voce tem um trimestre calmo, e a renda mantem-se igual. Muitos fornecedores combinam por isso modelos: uma pequena taxa base mais uso, ou um compromisso mensal minimo com o uso contado contra ele.
Os clientes tem o medo oposto, uma fatura que nao conseguem prever. Reduza-o com um limite de gasto, um alerta a 80 por cento de um limite acordado, e um mostrador de uso ao vivo. Uma fatura inesperada de quatro digitos termina uma relacao mais depressa do que um aumento de preco.
A medicao tem de ser exata e visivel. Se um cliente nao conseguir reproduzir como a fatura foi calculada, vai contesta-la. Registe cada unidade, mostre o registo, e defina no contrato o que conta como uma unidade: uma chamada de API falhada, uma reserva cancelada, uma hora parcial.
O pagamento por uso aparece em planos de negocio gerados como um dos padroes de receita avaliados, normalmente em oposicao a tarifa fixa. A escolha depende de os seus custos subirem ou nao com o uso.
